Classé dans musicologie

pois que para hoje é isto

 

Trouble, oh trouble
Can’t you see
You have made me a wreck
Now won’t you leave me in my misery

trouble | elliot smith

os sonhos são tão bons

e hoje um breve instante e é isso que recordo. encostada a um gradeamento com alguém. o dia é de sol e eis que olho e vejo duas pessoas a passar de bicicleta. o primeiro é um qualquer actor mas que foi ofuscado por quem o acompanhava. nick cave com a sua gloriosa cabeleira, rosto sisudo e tshirt encardida. sem bigode que o meu cérebro sabe bem do que é que eu gosto. olhei mesmo nos olhos dele e a informação que é normal ele passar por ali de bicicleta. então tenho que me mudar para esta vizinhança. quero voltar para aquele sonho. a minha realidade é muito aborrecida.

i only want you

I know that it’s terribly cruel but then I like it
Because you tried to love me I just can’t stay
And I’m not gonna lie just to spare you feelings
Cuz watching you suffer feels much better to me
I’m about to lay destruction on you
I’m not the lover man that you want me to be
I said well…

i only want you | eagles of death metal

next list:

friend resource matrix! que amigos é que eu tenho? e mais importante que isso: qual a sua utilidade?

nada como meter tudo em caixotes

e dizer: este também vai. para ouvir uma música que me levou muito longe na adolescência.

words fall through me and always fool me*

* falling slowly by glen hansard & markéta irglová

i’ve suffered shipwrecks right from the start*

todas as fotos por diogo b.

*basic space | the xx

o que eu adoro destilar veneno.

There’s a look on your face I would like to knock out
See the sin in your grin and the shape of your mouth
All I want is to see you in terrible pain
Though we won’t ever meet I remember your name

Can’t believe you were once just like anyone else
then you grew and became like the devil himself
Pray to God I think of a nice thing to say
But I don’t think I can so fuck you anyway

You’re a scum, you’re a scum and I hope that you know
That the cracks in your smile are beginning to show
Now the world needs to see that it’s time you should go
There’s no light in your eyes and your brain is too slow

Can’t believe you were once just like anyone else
then you grew and became like the devil himself
Pray to God I can think of a nice thing to say
But I don’t think I can so fuck you anyway

fuck you | archive

e a ti? o que é que te irrita?

brittany harriman via holiday matinee

a mim a primeira sem dúvida. há coisinha mais irritante que ter gente que ocupa todo um espaço por onde se pode andar, vão em modo ‘ver montras’ e ainda por cima não sabem andar em linha recta para se poderem contornar.  logo seguido de quem faz isso na estrada. impropérios. muitos com pronúncia do norte que esta costela é bem grande.

depois há aquelas pessoas que julgam que sou surda e/ou que preciso de ser chamada à atenção porque vão começar a falar. não, não sou surda. e por acaso, mesmo, mero acaso, até tenho a capacidade de ouvir as pessoas que estão comigo. não preciso de pancadinhas nos braços para isso. mais impropérios.

queria muito deixar de os dizer mas parece que puxam por mim. quaralho.

não há mesmo

eu acredito em amor à primeira vista. em amores que duram uma vida toda. quero lá saber se é bonito. que me interessa o olho estranho ou os dentes todos tortos. o que conta é tudo resto que está lá dentro. os amores à primeira vista duram um vida toda. até nos podemos esquecer. mas a perfeição existe. ohhh estou uma lamechas. que se pode fazer. o thom yorke podia levar-me para onde quisesse. e isto é a razão porque ele está nessa lista restrita de 5. desses 5 que não consigo meter um único defeito. ♥ o amor é isto.

até consigo imaginar a tua cara, o meu abraço. e agora o que é que eu faço, estar a espera ou procurar?*

jardins do palácio de cristal | agosto 2008

* estar á espera ou procurar | b fachada

agora que os dias andam frios mas cheios de sol é de bom tom dar a música certa aos dias.

balanço do ano

o que fiz. deixei de fazer. queria ter feito. não devia ter feito. provavelmente deveria ter feito diferente. será uma constante em todos os anos, mudanças, balanços, preparações para os saltos. de 2009 guardo apenas uma sensação. magistralmente musicada pelos tv on the radio.

you’re staring at the sun
you’re standing in the sea
your mouth is open wide
you’re trying hard to breathe
the water’s at your neck


e os mistérios do amor, os encontros, desencontros, não são mais que o torpor que vive nos sonhos dos tontos*

*a flor, a vida, a arte do encontro, etc | quinteto tati

i’m coming up only to hold you under

i’m coming up only to show you wrong*

*the funeral | band of horses

as bandas sonoras

são sempre de alguma importância. a psiquitria forense já me acompanha há algum tempo. os band of horses foram descobertos agora. sinto inveja de mim mesma neste momento. estou a trabalhar e é isto que estou a fazer. ouço band of horses. leio porque me apetece. e vou fazendo uso daquele e de muitos outros mapas. porque me apetece. e estão-me a pagar para isto.

nota musical.

por conta desta menina percorri os dedos pelos albums lá de casa. parei na capita amarela e matei saudades de os ver pendurados numa parede e cantar em falsete que nem uma louca. ainda me lembro das letras. e já deu a volta mais que uma vez. aqui não é o mês muse até porque não os vou (re)ver. mas também só valeria a pena se desse para substituir as fotos que tenho com eles. os anos a mim fizeram-me bem.

cá está.

Nick Cave will obviously live forever, just because the Devil’s scared of him.

Rolling Stone

5,7 km

foolish | roisín murphy . talk | ryan adams . melody nelson | serge gainsbourg . tranquilo | micatone . dub club | kruder & dorfmeister . take my head | archive . the 15th | fischerspooner . bingo | m.i.a. . overpowered | roisin murphy . trova do vento que passa | amália rodrigues . auto rock | mogwai .  transatlantacism | death cab for cutie . atmosphere | joy division . show | girls aloud . orange romeda | boards of canada . du jazz dans le ravin | serge gainsburg . a girl like me | josh homme & p.j. harvey . lullaby/a place in my heart – morgan geist & erlend oye | erlend oye dj kicks . glitter in the air | pink

5,7 km

clementine | elliot smith . my piano (dj kicks) | hot chip . champagne from a paper cup | death cab for cutie . boys boys boys | lady gaga . fashion rules! | chicks on speed . your picture | camera obscura . step aside for the man | scissor sisters . fat children | jarvis . democracy | leonard cohen . material – ciquri (discomix) | playgroup . comes love | ella fitzgerald & louis armstrong . in the fade | queens of the stone age . no love lost | joy division . paco! | ladytron . hangin’ out | the knife . sham | archive . beat connection | lcd soundsystem . banking on a myth | andrew bird . ohimo | kimmo pohjonen . barnaby, hardly working | yo la tengo . the story of jazz | yo la tengo . procession | new order . field commander cohen | leonard cohen . darkshines | muse . brown eyes | lady gaga

along the way i lost my faith*

*crestfallen | adore | the smashing pumpkins

in the dark for a while now, i can’t stay so far, i can’t stay much longer*

serra da lousã

* i can’t stay | the killers

testing # good as gold

depois de ver este em alguns sítios tive a imensa curiosidade de saber o que o shuffle me reservava.

1. put your itunes/ ipod (or your mp3 player of choice) on shuffle.
2. for each question, press the next button to get your answer
3. you must write that song name down no matter how silly it sounds!

IF SOMEONE SAYS “IS THIS OKAY” YOU SAY? los peces | lhasa

WHAT WOULD BEST DESCRIBE YOUR PERSONALITY? no brakes | the bravery

WHAT DO YOU LIKE IN A GUY/GIRL? we just won’t be defeated | the go! team

WHAT IS YOUR LIFE’S PURPOSE? the sinking belle (blue sheep) | sunnO ))) & boris

WHAT IS YOUR MOTTO? today is the day | yo la tengo

WHAT DO YOUR FRIENDS THINK OF YOU? see you | depeche mode

WHAT DO YOU THINK ABOUT OFTEN? vampir song | voom voom

WHAT IS 2+2? callbacks | we are scientists

WHAT DO YOU THINK OF YOUR BEST FRIEND? playboy | hot chip

WHAT DO YOU THINK OF THE PERSON YOU LIKE? sun/rise/light/flies | kasabian

WHAT IS YOUR LIFE STORY? veteran | audio bullys

WHAT DO YOU WANT TO BE WHEN YOU GROW UP? it’s called a heart | depeche mode

WHAT DO YOU THINK WHEN YOU SEE THE PERSON YOU LIKE? queen jane approximately | bob dylan

WHAT DO YOUR PARENTS THINK OF YOU? billy brown | mika

WHAT WILL YOU DANCE TO AT YOUR WEDDING? ultraviolence | new order

WHAT WILL THEY PLAY AT YOUR FUNERAL? down in the beast | jon spencer blues explosion

WHAT IS YOUR HOBBY/INTEREST? little yellow spider | devendra banhart

WHAT DO YOU THINK OF YOUR FRIENDS? flying lessons (hot chicken # 1) | yo la tengo

WHAT’S THE WORST THING THAT COULD HAPPEN? urge | daniel johnston

HOW WILL YOU DIE? hot gossip | jon spencer blues explosion

WHAT IS THE ONE THING YOU REGRET? x-ray reveals doctor left wristwatch inside patient | jad fair & yo la tengo

WHAT MAKES YOU LAUGH? bombs away, away | circlesquare

WHAT MAKES YOU CRY? my life in reverse | maximo park

WILL YOU EVER GET MARRIED? just like a woman | bob dylan

WHAT SCARES YOU THE MOST? sia/where i belong (hot chip remix) | hot chip

DOES ANYONE LIKE YOU? screamin’ eagle | v/a, desert sessions, vol 1-2

IF YOU COULD GO BACK IN TIME, WHAT WOULD YOU CHANGE? right now i’m a-roaming | nick cave

WHAT HURTS RIGHT NOW? inside and out | feist

WHAT WILL YOU POST THIS AS? good as gold-flexible skulls | tiga

no ouvido

talkie walkie | air | 2004

i need your dna

i’m fine, but I hear those voices at night

day & age | the killers | 2008

memória perdida. para se encontrar.

kalmuk | kimmo pohjonen | 2002

álbum para embalar tardes

the dylan group | ur-klang search | 2000

o amor queima, diz-se por aí.

grapevines fires dos death cab for cutie.

god bless the daylight, the sugary smell of springtime*

a apple pie está deliciada com o sol. e já descobriu o seu local de eleicção para dormir. os cortinados. de ter adiado cortar os cortinados para agora não ter coragem de o fazer.

* we looked like giants | transatlanticism | death cab for cutie | 2003

fui lá pelo vídeo ilustrado por stephane manel. depois a momma’s boy entrou pelo ouvido. sacanas dos chromeo.

just to find that it was never ever in your hands*

*change | sugababes

don’t touch my papers

leave them as they are. nick cave

não sei de quem é a foto. faz parte da artwork do let love in. e sempre quis fazer o mesmo. incluindo o chão.

o que é?

cada vez tenho mais visitas inesperadas do meu sobrinho. basta ver o meu carro e e ele quer visitar a tia. porque têm os miaus, têm os peixinhos, têm as bonecas e n coisas mais que não têm em casa.

hoje descobriu mais uma coisa. os cd’s da tia. o que é? são como os teus tiago só que em vez de terem filmes têm música.  ahhhh. deixa ver. e desfilou capas nas mãozitas pequenitas. quase tudo nick cave. murder balladas, let love in, from her to eternity, the good son, henry’s dream, the boatman’s call. a edicção especial da primavera de destroços dos mão morta precisou de inspecção mais cuidada tal como a edicção limitada do summer make god do múm mereceu ser folheada. as ilustrações deste precisavam de ser evidenciadas. olha são pretos. que é isto? é um desenho tiago. é preto.

porém o que mais prendeu a sua atenção foi mesmo a capa do let love in do nick cave. porquê? olha! não têm pijama. porque não têm pijama? mamitas!! não têm pijama!

fico mais descansada. partilha da minha atracção pelo nick cave.

nobody knows it but you’ve got a secret smile and you use it only for me*

* secret smile | feeling strangely fine | semisonic | 1998

but darling these days my favorite view is you*

*get lost | magic position | patrick wolf | 2007

yeah, it’s well worth the time that its taken to get here now*

apetece-me ir fazer coreografias para os corredores do continente.

*how the day sounds | three flights from alto nido | greg laswell | 2008

pre teens

televisão ligada sem som é igual a ver sucessões de imagens sem sentido algum. até ver no programa da bárbara guimarães uma referência aos take that. aí meu amigos pausa e vamos lá mergulhar nos meus pré teens em força. back for good, how deep is you love…tão clássico que dói. relembrar-me dos meus tempos em que queria lá saber das letras ou da melodia, qualidade da música. eles eram giros e chegava. suspiro. na altura e agora também. a vida era bem mais fácil way back then. e eles era mesmo giros. e só por causa disso, patience, para rever o mark owen com aquela carinha que apetece dar chapadas. mas que não se pense que a minha pré adolescência era totalmente dirigida pelas carinhas larocas. nem pensar! o exemplo: everybody. era mesmo a música, a coreografia, o vídeo. senhor, o vídeo. a coreografia das mãozinhas da múmia é absolutamente priceless.

já que eles vão voltar eu também volto para eles

Every paper that you read
Says tomorrow’s your lucky day
Well, here’s your lucky day

the universal | the best of |  blur | 2000

great balls on fire

you shake my nerves and you rattle my brain. too much love drives a man insane. you broke my will, oh what a thrill.

great balls of fire | jerry lee lewis

o último trimestre deste ano trouxe várias coisas. objectivos cumpridos, liberdades insanes, regressos mais que ansiados. e, acima de tudo, o come to terms com o meu passatempo favorito.

potenciar balls on fire. até ao ponto do no return. you all hate me…  LOVE IT!

i believe

i believe in mr. grieves. do you have another opinion?
you can cry you can mope but can you swing from a good rope?
oh i believe in mr. grieves. hope everything is alright.

mr. grieves | young liars | tv on the radio | 2003

don’t go wasting your time expecting me crying

cada vez mais vendida às letras destas senhoras. adoro.

surprise why you call me up late at night expecting me to want too die. i’m busy here with some other guy. it’s good since you told me goodbye.

surprise | change | sugababes | 2007

dear science | tv on the radio

halfway home. dlz. family tree.

em repetição intensiva.  nada mais a dizer. a perfeição deixa-nos sempre sem palavras.

*humming love is life, my life is better*

dear science | tv on the radio | 2008

Tagué

catfights and spotlights | sugababes


já era tempo de regressar à música. e nada como vender-me ao pop sing along. culpa já se sabe de quem. depois de anos de resistência lá se fez lavagem cerebral e depois de uma corrida ganhei eu. o ábum da semana vai para o ainda por editar ‘catfights and spotlights’ das sugababes. elas até vêem cá e eu tenho que ir a um concerto bem reles.

e já que se ouve que se ouça bem. no can do e o seu jackson 5 thing está mesmo lá. e a side chick. ahh nada como umas boas músicas que são a nossa cara. e ponto para a girls e para a every heart broken. e se elas se venderam ao skinny guy só prova que mais um bocado e até aquela que parece uma matrona que toma esteroídes um dia vai estar mesmo mesmo lá.

can we call a truce? sou uma vendida. you win bitch. again.

catfights and spotlights | sugababes | 2008

Tagué

out clubbing

Cesto de compras
Evento: Clubbing | Outubro 2008 | Sala 2 Data e Hora: 31-10-08 22:00 Local: Sala 2
Área Tipo de bilhete Preço
Pequeno Auditório Jovem <=25 ?12,00

depois vou ali e volto sabe-se lá quando.

karma police i’ve given all i can it’s not enough*

caféterras bij avond | vincent van gogh | 1888

aborrece-me. muito. estes dias são de esplanada. desta esplanada. de noites azuis. e não brancas. alvas como as de dostoevsky. deviam ser de calçada ingrata para os meus saltos. de delícia para os ténis fantásticos que ainda hei-de ter. de mau café mas que se lixe é só mesmo para estar. and for a minute there, i lost myself*. adoro aquele azul. porém nestes dias só vejo demasiada luz artificial. no alarms and no suprises**. please.

*karma police | ok computer | radiohead | 1997
** no surprises | ok computer | radiohead | 1997

boys like you love me forever

boys boys boys we like boys in cars boys boys boys buy us drinks in bars boys boys boys with hairspray and denim boys boys boys we love them!

boys boys boys | fame | lady gaga | 2008

we are pilots | shiny toys guns

hello little boys, little toys…gonna fuck up your ego, silly boy gonna make you cry.*
as road trips andam são cada vez mais esteticismos fotográficos. we’re such camera whores.

*le disko | we are pilots | shiny toy guns | 2007

my body is a cage | arcade fire

esta é soberba, épica como convém a estes canadianos. e desta bíblia é o único versículo que leio. o resto são palavras vãs ao vento. my body is a cage, we take what we’re given. just because you’ve forgotten doesn’t mean you’re forgiven. sempre me soube pouco religiosa. deus sabe que não era agora que ia mudar.

my body is a cage | neon bible | arcade fire | 2007

stringenz des wahnsinns | mittekill

say hi, say ho, it’s kitty-yo. dos mittekill dizem: ‘like musical magpies, jan hohmann aka neurot and friedrich ‘freedarich’ greiling have collected all that glitters and all that’s gold about the 20th century’s sonic landscape. the best of your 80s collection takes on laptop loops with the odd ghetto glitch.’ e a ser assim então vai-se aqui e confirma-se. e fica-se viciado no ponto 5 e 6. it’s a kitty-yo goodie. for boys and girls.

stringenz des wahnsinns | mittekill | 2007

back to black | amy winehouse

em noite de regresso ao necessário negro uma banda sonora na mesma linha. se é de preto que se gosta entã bebámos um copo por isso. we only said good-bye with words, i died a hundred times. you go back to her and I go back to black*. ou talvez nem isso.

*back to black | back to black | amy winehouse | 2006

interpol | sbsr

perfeito. milimétrico. irrepreensível.

interpol | 13.º festival super bock super rock | 5 julho 2007

scissor sisters | sbsr

JAKE JAKE JAKE! tempo de revisões de matéria. e desta vez com espaço para dançar, dançar, dançar, dançar, dançar. se tive vontade em abril consegui satisfazê-la em julho. com jake imparável e ana a fazer as honras da casa. i love our giant cock. and lesboa.

scissor sisters | 13.º festival super bock super rock | 5 julho 2007

tv on the radio | sbsr

o coração batia mais forte. intenso. lindo, lindo, lindo. é o que se diz quando não se consegue dizer mais nada. mas quando se consegue pondera-se que se perdeu muito por os instrumentos se terem sobreposto às vozes. e tv on the radio são as vozes. só lá faltou o mr. grieves. and i still believe in him. oh yes i do.

tv on the radio | 13.º festival super bock super rock | 5 julho 2007

the gossip | sbsr

uma curiosidade por culpa de um amigo pop. uma surpressa tão positiva quanto intensa. aquela voz, aquele delírio de conversa com o público. a presença em palco. e a música. curiosidade satisfeita. gosto criado.

the gossip  | 13.º festival super bock super rock | 5 julho 2007

x-wife | sbsr

não me canso do som sujo. tempos houve em que julgava que nunca tinha assistido a um concerto deste trio com boa qualidade de som. muitos concertos depois sei que a influência punk não têm nada a ver com qualidade de som. têm a ver com atitude.

x-wife  | 13º. festival super bock super rock | 5 julho 2007

micro audio waves | sbsr

sabem o que fazem e fazem-no bem. push doooownnn gently

micro audio waves  | 13.º super bock super rock | 5 julho 2007

andrew bird | teatro académico de gil vicente

de vez em quando até me esqueço das coisas.

andrew bird | teatro académico de gil vicente | 30 maio 2007

exílio | quinteto tati

são rumbas. salsa. é jazz. são vielas e ruas de fim de tarde. são noites mal dormidas. são senhoras à beira da esquina que espreitam o amor dos casais. são tascas e bancos de jardim. é música meu senhor. é música. e um copo de moscatel bem fresco.

com 23 anos já não faço planos: para quê?*

* rumba dos inadaptados (ou a morte do jovem contribuinte) | exílio | quinteto tati | 2004

sam’s town

Why do you waste my time is the answer to the question on your mind*

A inevitabilidade da vida é tramada. Os anos passam e não há nada que uma gaja possa fazer contra isso. Os anos ainda por cima são sacanas. Pesam e marcam.

Os homens amadurecem. As mulheres envelhecem. Homens com mais de 40 anos são charmosos e uns cabelos grisalhos, o saber estar na vida e a segurança de já há muito saber quem se é pode ser bastante atractivo (é claro que também existem umas excepções lixadas). Mulheres depois dos 35 precisam de se esforçar para não parecer ter mais de 30 anos e mesmo assim.

É claro que se despreza o que se aprende durante muito anos. Uma mulher depois dos 35 já aprendeu mais que o suficiente para poder desfrutar bastante da sua vida. Isto claro se entretanto não tiver sido insana ao ponto de achar que apensas os estatutos casada e mãe lhe garantem o direito de se auto intitular mulher. Mas a que propósito o peso dos anos?

Que pode ser pior que olhar para trás e ver que se desperdiçou tempo e oportunidades?

Sou sincera ao ponto de dizer que existiram alturas em que me apeteceu fazer muita coisa e não pude. E olhando para trás devia tê-lo feito. Se eu adivinhasse, ai se eu adivinhasse.

Mas esta inevitabilidade do tempo está relacionada com os últimos aniversários comemorados no seio da confraria. 24 anos meninas. Umas mais depressa, outras ainda a bastantes meses de distância mas a verdade é que este é o o aniversário que nos faz pensar nos 25. Merda para os números redondos. (a não ser que fossem uns 25 milhões de euros que me dava um jeito…) Números redondos. Ok, pensar nisto. Será que é por estar a chegar a estas idades mais criticas? Ou é por causa das coisas que nos rodeiam? É quase assutador que boa parte das pessoas à nossa volta se estejam a casar, fazer planos para isso, noivos e o diabo a sete relacionado com o matrimónio. Considerando que é tudo malta da nossa idade e até andamos mesmo com eles na escola e tudo o que pensar? É da idade? As gajas sentem necessidade disso? De serem esposas? Mães? Será que é mesmo possível que as resistentes que não se querem metidas em semelhante situação é que sejam os bichos raros? Será que olhar para o futuro e não querer ver marido/gajo/companheiro é estranho? Ficar para tia já não fico. Já sou. Pelo menos isso.

O mais estranho é saber que por estes dias sou a única de 4 primos que não têm um filho em existência ou a caminho. A juntar a uma existência deliberadamente boémia que não liga nada bem com ser-se adulto. E mais. Parece que tenho um ar juvenil.

Congruente o suficiente comigo mesma para manter a mesma opinião desde sempre. Crescer? No thank you! Se bem que o facto de ser tia por esta altura alterou grande parte das certezas que tinha na vida. É isto um sinal que tenho que alterar os planos? Não me parece. F.E.P.O. Rocks!

* sam’s town | sam’s town | the killers | 2007

i u she | peaches

I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys
I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys
I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys
I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys
I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys
I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys
I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys
I don’t have to make the choice, I like girls and I like boys

ponto.

i u she | fatherfucker | peaches | 2003

a passar.

embalar tardes. embalar descansos. marcar o ritmo para o futuro. depois da tempestade a acalmia. esperemos a ausência do olho do furacão.

elis & tom | elis regina & antónio carlos jobim | 1974

happy ending

this is the way you left me/i’m not pretending /no hope, no love, no glory/no happy ending/ this is the way that we love/ like it’s forever/ then live the rest of our life/ but not together*

Os retratos das mulheres mostram-nas como sendo seres eminentemente emocionais. Amam acima do desejo e se desejam é porque amam. É claro que este retrato já está francamente ultrapassado. Por vezes até demais. Estão as mulheres no ponto em que querem tanto ultrapassar este estigma emocional que se dispõem a ser objectos sexuais?

Provavelmente para algumas é verdade. A necessidade de não serem provincianas, terceiro mundistas, pré qualquer coisa muito retrógada conduz a um caminho acidentado, sem indicações. Muitas perdem-se por ermos inabitados. E a solidão doí.

Porém, há aquelas que nunca passaram por esse estigma. O amor é muito lindo mas sem desejo não há nada. Mais, o desejo é condição essencial para dar lugar a sentimentalismos baratos. Ou caros. Gostar ainda é caso para ser muito caro. Mas isso é outra questão.

De volta ao desejo. Desejar e ser desejada. Ponto. E quando acaba? Agarrar-se ao gostar? É impossível. As pequenas coisas tomam conta e de um momento para o outro nada faz sentido. As relações são pequenas vidas autónomas. Nascem, crescem e morrem. Neste estádio é necessário fazer-se o que é sanitário. Enterrar-se a relação. E de preferência longe e bem fundo. E aqui entra em campo as ideias pré-concebidas. Os homens terminam as relações. As mulheres sofrem, nem sempre em silêncio, arrastam-se chorosas durante dias, semanas, meses. E nunca ultrapassam uma separação. Que elas existem é uma verdade. E são suficientemente deprimentes para aborrecer todas as pessoas à sua volta. Felizmente o oposto é flagrantemente real.

As mulheres acabam relações que não são satisfatórias. Somos egoístas, nada mais verdade. Se não funciona na cama, esquece. E se não funciona fora dela há duas hipóteses. Ou funciona nela e faz-se o esforço ou então esquece. Bem vistas as coisas há que ser exigente. Se não funciona, não funciona.

Nesta exigência há sempre danos colaterais e são os homens. São abandonados como velhas bonecas de trapos que deixaram de fazer sentido. Bonecas de trapos que são descem à infantilidade e berram, choram, não entendem. Como é que uma coisa que corria tão bem pode mudar tão depressa?

Os sinais até podem estar lá todos mas recusam-se a ser homens e vestem a pele de mulherzinha. E quando as coisas acabam as mulherzinhas fazem o seu espectáculo. Afiam as unhas, afiam ainda mais a língua e atiram ao ar tudo o que se lembram. Houve uma altura em que pensei que tinha entrado na idade adulta por terminar as coisas de forma racional e por conseguir manter amizades para além de uma relação. Tudo bem, pseudo relações. Mas acho que só somos adultos quando nos rodeamos de adultos. Serão as mulheres cruéis por saber acabar as coisas com graciosidade? Ou já que as mulheres tomaram o lugar dos homens em tantos campos eles sentem-se capazes de tomar o reduto da emocionalidade? Existem finais felizes?

*happy ending | life in cartoon motion | mika | 2006

moleskine #3. #4. #5.

que não durmo é last sesson. porque não durmo parece sempre ser uma novidade. e se de novas se trata, são os regressos que se contemplam. dormir umas horas. não dormir.

deixar andar. e passear o meu novo brinquedo. a graça que têm chegar a casa para voltar a sair. e voltar a sair. outra vez. e outra. e outra.

não dormir é fantástico. descobre-se tantas coisas que se têm guardado nos armários que até impressiona como os esqueletos nunca fizeram uma festa. ou festinhas. festinhas. é mais isso.

scissor sisters | coliseu dos recreios

anaridingjake.jpg

i felt like dancin’ all night

scissor sisters | coliseu dos recreios | 27 abril 2007

kiss you off | scissor sisters

não há hipótese por estes dias de escapar. o novo vídeo de kiss you off, dirigido por robert hales, o mais recente single dos scissor sisters.
Well I think I’m gonna buy me a brand new shade of man /Pissed yours truly off this time /It’s why I ain’t just kissin’ you I’m kissin’ you off*
em contagem decrescente e já com os dancing shoes on!

edit: não me canso dos torsos dançantes que fazem companhia ao jake. eu também quero um. ou dois.

*kiss you off | ta dah | scissor sisters | 2007

never as tired as when i’m waking up | lcd soundsystem

when i was a little boy i laid down in the grass i’m sure you’d feel the same if i could fuck you here tonight but i’m never as tired as when i’m waking up*

never as tired as when i’m waking up | lcd soudsystem | lcd soundsystem | 2005

can’t make a sound | elliot smith

Eyes locked and shining Can’t you tell me what’s happening?

can’t make a sound  | figure 8 | elliot smith | 2000

sweetheart come | nick cave and the bad seeds

Come over here, babe
It ain’t that bad
I don’t claim to understand
The troubles that you’ve had
But the dogs you say they fed you to
Lay their muzzles in your lap
And the lions that they led you to
Lie down and take a nap
The ones you fear are wind and air
And I love you without measure
It seems we can be happy now
Be it better late than never
Sweetheart, come
Sweetheart, come
Sweetheart, come
Sweetheart, come to me
The burdens that you carry now
Are not of your creation
So let’s not weep for their evil deeds
But for their lack of imagination
Today’s the time for courage, babe
Tomorrow can be for forgiving
And if he touches you again with his stupid hands
His life won’t be worth living
Sweetheart, come
Sweetheart, come
Sweetheart, come
Sweetheart, come to me
Walk with me now under the stars
For it’s a clear and easy pleasure
And be happy in my company
For I love you without measure
Walk with me now under the stars
It’s a safe and easy pleasure
It seems we can be happy now
It’s late but it ain’t never
It’s late but it ain’t never
It’s late but it ain’t never

sweetheart come | no more shall we part | nick cave and the bad seeds | 2001

i just did

I can’t decide whether you should live or die Lock the doors and close the blinds We’re going for a ride*

esqueçam os sapatos de purpurina, as bolas de espelhos e as plumas… a sisterhood mudou-se para um saloon. procurem desenfreadamente as saias de folhos e as botas com esporas e deixem os cavalos à porta. drinks on the house!

*i can’t decide | ta-dah | scissor sisters | 2006

josé cid | fnac coimbra


eu confesso que esta imagem me assusta… mas, malfadado mas, o zé cid é um mestre… foi só um petit showcase, ele nem cantou, estava afónico e houve umas questões que envolveram injecções de cortisona, mas a sua presença bastava para alegrar a sua imensa turba de fãs, não tocou ‘favas com chouriço’ nem ‘como macaco gosta de banana’ mas prometeu que se vier à queima o faz. estamos todos esperançados. não cantou mas não se calou.
‘dizem todos i am e nem percebem que é sou presunto’

Na cabana
Junto à praia
Entre as dunas e os canaviais
Só o vento
E o mar
E as gaivotas

ahhh as memórias, não tivesse eu feito promessas.

josé cid | fnac coimbra | 15 setembro 2005

my machine | princess superstar

if you had a machine that could make you into anything you wanted to be, like anything, what would you be? let’s seei want to be the queen no i want to be 19 wait no i wanna be that horrible thing i saw last night in my dream oh i know! i want to be a supermodel she’s european a lean sex fiend oh thank god i can finally fit in those dumb jeans poof then it was mei was her I waited for something fabulous to occur somethin/marvelous and absurd i waited there was nothing but i was something gorgeous crazy wealth and I could always reach the top of the supermarket shelf all of a sudden I was no longer the model or myself i must have thought about being a stupid box of cereal up on that stupid shelf boring wondered whether i would wait forever I guess I was a brand that wasn’t adequately advertised on tv everbut it got better apparently a parent and a child threw me in a cart it was hard I was smothered covered by a world of pop tarts and a part of the newspaper that scared me, i think it was the pop charts and i wish i was a cereal that..that. wasn’t so smart do you want to step inside my machine? we all got home and they put me in the fridge damn why didnt they keep their cereal out so I could at least see where they lived but i could hear them and it seemed like they were happy when the kid wasn’t napping she was always laughing i felt jumpy my bran was crackling i was grabbed along with the milk put in a bowl it was dark/a black hole/ must have been the kid’s mouth/ i dont know and in i went down the throat past the tongue by her heart by her lungs and i could see she might be dying young so i tried to patch it up with an old piece of gum that was there but the damage was done disease had won it wasn’t fair but I wasn’t gonna be the one that lost her i wasn’t a doctor and i wasn’ta name on the list of somebodys roster why bother and by that time i was already out the other end in the toilet with milk you know my old friend from the fridge from way back when and then we got sucked down into the pipes what a crappy life machine that’s really not right do you want to step inside my machine? I cant stand it i said machine why are we here? and it paused and said ‘to play video games and drink beer’ that’s weird you’re subversive I thought we had a deeper purpose underneath the surface why do so many of us feel worthless the machine said don’t ask me ask your magazines people and teen and loads of shit people dont need i started to bleed and said just make me into bandaid the size of a giant pancake wrap me around the whole world to heal the heartache and if anyone’s hungry wellthey could just eat me or I’ll be a peace treaty and no one could ever defeat me it said chill out girl remember being on the shelf i seem to remember you kind of just/wanted to be yourself no. i wanted someone to pick me, to love me, to be the greatest brand i dont understand i was just trying to comprehend man oh you wanted the grand scheme the big plan the answer aha well here it is – and then it turned off and that was it because you see the machine never really did exist do you want to step inside my machine? would you be a doctor would you be a rocker would you be a parka keepin someone warm in a lock up would you be a marker that signed the constitution would you start a revolution or just play some pro soccer how about a stalker if you were a father would you be good at all or would you even bother be a beautiful girl or someone that could call her would you be a good talker stealth bomber what about osama just to see what it feels like cuz we all love to live in drama be a big movie star fancy ass houses big car doin lots of drugs fuckin up an break laws be a fat man plumbers butt hangin out the drawers would you fight for a cause chew on people like jaws instigate wars push the button would you be something or middle class average with ok marriage 1.3 baby carriage 2 cars garage
would you be president would you be american would you be be better than everyone else as a representative would you be a monkey would you feel lucky would you be a big dick always fucking would you be a pumpkin would it be your brain inside a vegetable or would you feel nothing would you manage or would you suffer would you be a lover be a fighter or would you just be alright could you just be alright and if all this could come true would you be ready would I be ready if I was you?

my machine | princess superstar |  2005

total eclipse of the heart | nuno markl

não resisto a partilhar a razão que me levou literalmente às lágrimas hoje de manhã, bem perto desse momento mágico do eclipse (ou clipe, aquela coisa dos homens na lua, calipso e outras que tantas adaptações). cortesia de nuno markl e da sua versão de total eclipse of the heart de bonnie taylor.

olha pró sol mas não te esqueças de usar a porra dos óculos que vieram nos jornais e coiso e tal e olha pró sol também podes usar uma radiografia mas os óculos são melhores e dão mais jeito e olha pró sol se queres ficar ceguinho olha para lá directamente e lixa a vista e coiso e tal e olha pró sol depois não digas que não te avisaram e que julgavas que se podia olhar directamente pró olha pró sol – olhinho lindo se estás em braga és capaz de ver melhor olha pró sol – olhinho lindo em trás-os-montes diz que se vê bem olha pró sol vais ver que ele começa a ficar tapado pela sombra da Lua e depois é muita lindo e olha pró sol ou então como está tudo a olhar para cima podes tentar gamar umas carteiras e coiso e tal e olha pró sol é pena ter calhado a uma segunda de manhã, são sempre horários muita lixados pra quem trabalha olha pró sol porque é que não fazem estas coisas ao fim-de-semana em que um gajo está mais descansado e olha pró sol – olhinho lindo é um espectáculo giro e é de graça olha pró sol – olhinho lindo não tens de pagar para ver isto eisto é do cacete é um fenómeno natural e isto existe mesmo ao contrário do pai natal é a lua a passar à frente do sol num grande show sem igual que é visível em diversas zonas de portugal continental – continental! por isso mete-me os óculos e deita-te a meu lado juntos vamos ver aquilo que nos for dado que coisa fenomenal já vi muita coisa linda na vida mas como isto nunca vi igual uma noite em santarém vi um fogo de artifício que por acaso também estava a adorar mas isto é diferente isto é um eclipse solar.

the importance of being idle | oasis

I sold my soul for the second time Cos the man don’t pay me I begged my landlord for some more time He said “Son, the bills are waiting” My best friend called me the other night He said “Man, are you crazy?” My girlfriend told me to get a life She said “Boy, you lazy” But I don’t mind As long as there’s a bed beneath the stars that shine I’ll be fine, if you give me a minute A man’s got a limit I can’t get a life if my heart’s not in it I don’t mind As long as there’s a bed beneath the stars that shine I’ll be fine, if you give me a minute A man’s got a limit I can’t get a life if my heart’s not in it I’ve lost my faith in the summer time Cos it don’t stop raining The sky all day is as black as night But I’m not complaining I begged my doctor for one more line He said “Son, words fail me It ain’t no place to be killing time” I guess I’m just lazy But I don’t mind As long as there’s a bed beneath the stars that shine I’ll be fine, if you give me a minute A man’s got a limit I can’t get a life if my heart’s not in it

esta música está de tal forma, na minha mente claro, associada ao excelente vídeo que sou incapz de não gostar dela, sendo de facto a única coisa boa que, em anos, saiu das cabeças dos manos gallagher.

the importance of being idle | don’t believe the truth | oasis | 2005

first day of my life | bright eyes

This is the first day of my life Swear I was born right in the doorway I went out in the rain, suddenly everything changed They’re spreading blankets on the beach Yours is the first face that I saw I think I was blind before I met you Don’t know where I am, don’t know where I’ve been But I know where I want to go So I thought I’d let you know That these things take forever, I especially am slow But I realized how I need you And I wondered if I could come home I remember the time you drove all night Just to meet me in the morning And I thought it was strange, you said everything changed You felt as if you’d just woke up And you said, “This is the first day of my life I’m glad I didn’t die before I met you Now I don’t care, I could go anywhere with you And I’d probably be happy” So if you want to be with me With these things there’s no telling We’ll just have to wait and see But I’d rather be working for a paycheck Than waiting to win the lottery Besides, maybe this time it’s different I mean I really think you like me

first day of my life | i’m wide awake, it’s morning | bright eyes | 2005

soulsearching – the compost radio show vol.1 | compost records

01. Soulpatrol “Soulsearching Intro Jingle (Part One)
02. Danielsongs “I Could Save You I Could Hold You Tight” ***
03. Pascal Rioux feat. Mr Day “Don’t Outstay Outside 2 Night” Patchworks Deep Remix
04. Opensouls “In Your Hands” ***
05. Break Reform “Neptune”
06. Franck Biyong feat. Wunmi “Power Brain”
07. Eddy Meets Yannah “Can’t Hide Love”
08. Basic Soul Unit “Back Then Now”
09. Henrik Schwarz “Leave My Head Alone Brain” Soulsearching Edit ***
10. Owusu & Hannibal “Delirium” ***
11. Build An Ark “You’ve Gotta Have Freedom” 2 Bank Of 4 Remix
12. Sleep Walker feat. Bémbé Ségué “Into The Sun”
13. C S Cook “Peephole People” ***
14. Benny Sings “Make A Rainbow”

*** exclusive on Soulsearching

soulsearching – the compost radio show vol.1 | compost records | 2005

i like it | compost records

É mesmo caso para dizer a estas complilações da Compost Records….humm ‘i like it’

Vol.1

DJ Hell (Gigolo Records)
1) Intro
2) Silicon Soul “Who Needs Sleep Tonight”
3) Television Personalities “Part Time Punks”
4) Max Berlin “Elle Et Moi”
5) The Pop Group “We Are All Prostitutes”

Peter Kruder (G-Stone)
6) Intro
7) Masta Ace Inc. “Sittin’ On Chrome” Instrumental
8) Grauzone “Film 2″
9) Graf Hadik “Habsburg Man”
10) Brian Eno & Daniel Lanois “Always Returning”

Michael Reinboth (Compost Records)
11) Intro
12) David Sylvian & Ryuichi Sakamoto “Bamboo Houses”
13) Mary Love-Comer “Come Out Of The Sandbox”
14) Hector Rivera “I Want A Chance For Romance”
15) C.O.D. “In The Bottle”

Theo Thönnessen (Into Somethin’)
16) Intro
17) Egberto Gismonti “Indi”
18) Arthur Russell “In The Light Of The Miracle”
19) Nathan Davis “Carmell’s Black Forest”
20) Alexander Hope/ Blaze “Wonderland” Original Mix

Vol.2
Selectors: Trevor Jackson, Richard Dorfmeister, Trickski and Pole

I Like it! The second chapter in good music is now on the schedule. After the “first charming and exciting walk through the history of music” (Loop) the next four celebrities and music-connoisseurs open their record collection to present 3 of their most beloved tracks.
You´ll get 30 years of music, ranging from Indie, Soul, Hip Hop, Ambient, Electro, Jazz to New Wave and Clubmusic.
And that´s not enough: As an bonus track you´ll find Trickski´s “Hormony”, which was also released on Compost Black Label #01 but here on CD for the first time. And as a big surprise and for all Vinyl-workers out there, you´ll get the exclusive Bonus Track “Take Me” by Teknotika on the 3 LP-edition. Not to forget: As on Vol. 1, fine Artwork including selector cards with background info to each track!
“Remember how your older brother introduced you to the greatest hits of his record collection? Now imagine your older brother being Richard Dorfmeister or Trevor Jackson – Exactly this is happening here” (De:Bug)

i like it | compost records | 2005

dead combo

Somewhere in the beginning of the 21st century, they met around the corner, in Lisbon city two wanderers, one a thin “fire horse” born in 66, a loner with a top hat and wrinkled face, the other, tall, born in 1970, who came from the dark world of Jazz, starsign “dog”, both swore to avenge the dead and resuscitate the living.

Influenced by Comics, they have misspent nostalgia in their pockets and the deaf soul lost in dark films.

They play Lisbon, the city of the countryside, of the chimneys and of the white domes sceneries of a lost past, “fado”, western wanderer everything together in a voodoo of emotions, the Tagus, the lovers that go different ways abandoned angels on the crossroads of destiny, flowers with mixed up colours, saints, flaming chambers, naked guitars, spitted and thrown to the street, basses on fire, top hats chickens on the loose and things that roll in the street. there standing against the wall in the middle of all this mess, both of them bitting apple sins, while looking at you.

www.deadcombo.net

portable | via club

Portable [background ~scape África do Sul]+ Tra$h Converters [variz] no sábado, 25 de junho.

Novo recruta da genial ~Scape, o sul africano Alan Abrahams apresenta “Versions”. Recolhas étnicas feitas no continente africano no último meio século revistas à luz de um retrofuturismo “techno” envolto numa quase filosofia do eterno retorno, precisamos de tecnologia para voltarmos a ser arcaicos.

Miguel Sá e Fernando Fadigas são dois dos mais importantes divulgadores de música electrónica em Portugal. Através da sua editora Variz, do projecto The Producers e como Dj’s no colectivo Tra$h Converters. Aqui reciclam o passado à luz do presente indiciando possíveis futuros.

17 | smashing pumpkins

17 seconds of compassion
17 seconds of peace
17 seconds to remember love is the energy behind which all is created
17 seconds to remember all that is good
17 seconds to forget all your the hurt and pain
17 seconds of faith
17 seconds to trust you again
17 seconds of radience
17 seconds to send a prayer up
17 seconds is all you really need

17 | adore | the smashing pumpkins | 1998

rudresh mahanthappa quartet + jacc workshop orchestra | teatro académico de gil vicente

Last night for an enconter half way betwen the upper and the low part of the city.

This encounter was scheduled with Rudresh Mahanthappa Quartet, responsable to close the first half of this festival.

For the first time in Europe, Rudresh Mahanthappa – saxophone, Vijay Iyer – piano, François Moutin – bass and Elliot Humberto Kavee – drums, came to present their most recent record ‘Mother Tongue’, third of their career, to a public that is not polyglot.

Rudresh Mahanthappa, with na indian origin but living over 20 eyers in the USA, when confronted with questions about his spoken indian he says that in Índia there are seven ways to aswser, according to the language spoken.

And it’s that language, in form of improvised music, that makes the sound connection between the verbal response and the musical transcription.

In a concert with several velocities were Rudresh interpreted virtuously, in high speed or contemplatively, witch associated to the technique, the style and the tonal variation make of him one of great sax players of today.

Never forgettin the three gentlemen that accompanied him, capable of not leaving a space free from sound. However, not even the abilitys of this four musicians was capable of getting an enthusiastic response from the public.

The official closing was left on the hands of bass player/composer/director Adam Lane, head, in the USA, of one of the most interesting ensembles of the last years, The Full Throttle Orchestra.

He was invited to command the JACC Workshop Orchestra, in witch is supposed to bring together several improvisers from different places of Portugal.

With this project, and for some days before the presentation in concert, in this case closing the festival, the improvisers work with an invited composer and director.With a robust sound it was possible to listen to five unexpected compositions, with constant and surprising variations of rhythm, in a fusion of free jazz/hard bop/blues.

The room ended full, without ovations, but with the feeling that the second part brings more.

To close in the best way possible, the last and final encounter was scheduled to Salão Brazil around a Jam Session.

What else can be said? November will be a good month for jazz in Coimbra.

rudresh mahanthappa quartet + jacc workshop orchestra | encontros internacionais de jazz de coimbra parte I teatro académico de gil vicente | 4 junho 2005

texto disponível em clix música | linguagens de encontro


michel portal + louis sclavis | teatro académico de gil vicente

Whatever expectations for this night were widly overcome by the concert of the day two.

There were reasons for these expectations, because the night before hade little enthusiasm, this is supposed to be, according to the specialized critic, one of the best jazz festivals happening in Portugal and, last but not least, the three gentlemen on stage have there names carved in the contemporary jazz history.

Michel Portal in the clarinets and saxophones, Louis Sclavis in the clarinets and soprano saxophone, Sébastian Boiseeau on the bass and Daniel Humair in the drums are gifted in such a way that are able, on there own, to raise the thermometers on the room.

Thanks to their technical malabar’s that surprise, much because of the years that are surely written on these gentlemen ID’s, these quartet grab the attention of all of the presents.

With an hypnotic rhythm served by the bass and the drums giving the rhythm to the struggle between the clarinets, with their high sounds that filled the air.

Always without forgetting that jazz is universal, with was possible to make a little trip to several coordenads of the globe, courtesy of compositions that could be associated with many parts of the known world, thanks to eight fantastic hands. And the audience responded with reverence.

The silence would give the opportunity to listen to the breath taking and some of the misplaced vocalizations.

Earned encore, for the audience and for the musicians, were a composition asked for someone in the audience was interpreted bringing the night to a standing end and an ovation.

For the second part of the night a descend to the river were, at Quebra Club, took place the first Jam Session with several musicians that participate in this festival.

Nothing better to close the night of excellency than to see, coming to shape, music that has as much of surprising for those listening and for the ones playing.

michel portal + louis sclavis | encontros internacionais de jazz de coimbra parte I | teatro académico de gil vicente | 3 junho 2005

texto disponível em clix música | malabarismo musical

joão paulo + lou grassi’s avanti galoppi | teatro académico de gil vicente

It was a chilli start for the first night of Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra.
The opening was in the fingers of João Paulo, that taking the command of the keyboard improvised for an audience with little motivation.

This Portuguese piano player with many years of career, is first album ‘Serra sem Farol’ goes back to 1995, and many awards like Médaille d’ Or, Prix Jacques Dupont, Prix d’ Excellence e Prix de Perfectionement.

Works regularly with other Portuguese musicians such as Tomás Pimentel, Carlos Martins, Pedro Caldeira Cabral, Mário Laginha, Pedro Burmester and Maria João, among others.
In this presentation, besides the free improvisations, there was space for improvisations of popular themes in witch shows an admirable technique, despite it’s extended and too strange improvisations did not bring any enthusiasm to the audience.

Closing the night Lou Grassi’s Avanti Galoppi, with Lou Grassi on the drums, Rob Brown on the saxophone, Herb Robertson no trumpet and Ken Filiano on bass, brought there latest work ‘Avanti Galoppi’ in witch there is compositions of the four members of the quartet.
Thanks to this we can hear a program stylistically diversified. The night was condemned to repeat itself, and the audience was not thrilled with the extremely long improvisations of this quartet.

Even considering the excellency of this musicians, for whom the stage is there natural environment, and the quality of the concert, in the end of this first night there was a bit of disappointment.

In a night dedicated mainly to the art of improvisation the abundance of chairs stripped from human presence brought the temperature down.

And none of the concerts could bring it up. The second night is surrounded with great expectative.

joão paulo + lou grassi’s avanti galoppi | encontros intercionais de jazz de coimbra parte I | teatro académico de gil vicente | 2 junho 2005

texto disponível em clix música | improvisações

jazz ao centro 2005

:: Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, 2005
I Parte

2 Junho 21:30
Teatro Académico Gil Vicente
João Paulo solo

23:00
Lou Grassi’s Avanti Galoppi
Rob Brown, Herb Robertson, Ken Filiano

3 Junho 21:30
Teatro Académico Gil Vicente
Michel Portal/Louis Sclavis/Sebastien Boisseau/Daniel Humair

4 Junho 21:30
Teatro Académico Gil Vicente
Rudresh Mahanthappa Quartet
Rudresh Mahanthappa, Vijay Iyer, François Moutin, Elliot Humberto Kavee

23:00
JACC Workshop Orchestra Direcção – Adam Lane

II Parte
3, 4 e 5 de Novembro, Teatro Académico Gil Vicente

roberto somoza trio | quebra club

É já amanhã que acontece mais uma sessão de Jazz in rio desta vez com Roberto Somoza Trio. Vindo de terras vizinhas acompanhado no contrabaixo por Kin Gracia e na bateria por Andre Ribas.Decerto virá apresentar o seu primeiro trabalho “Regra de tres” editado no passado ano, às margens do Mondego e àqueles que decidirem passar a sexta à noite pertinho do rio. O seu registo recorda os americanos Matt Renzi, Jimmy Weinstein e Masa Kamaguchi, na instrumentação e formação mas também podemos encontrar semelhanças na filosofia e forma de compor e tocar. Dentro do que se pode considerar um jazz-cool moderno. Somoza é um saxofonista galego de excelência, utilizando o saxofone de forma seca, áspera, repetitiva, sincopada e com uma excelente técnica. É ele o compositor da quase totalidade dos temas do álbum, com excepação de ‘Seminola’ e ‘Parada’, da autoria dp baterista Andrés Rivas. Para este concerto em espaço de priveliada intimidade o trio não vêm acompanhado pelo contabaixista Alfonso Morán que foi um dos elementos da ‘Regra de tres’.

paul murphy | quebra club

Paul Murphy was first bitten by the DJ bug in the late 70’s when he was promoting a club night The Kingswood Club and the DJ did’nt turn up due to inclement weather. A string of Chitlin Circuit gigs followed till the big moment finally arrives with the opening JAFFAS. at The Horseshoe, Tottenham Court Road W1. The club was the first to mix jazz with the infant Jazz Dance scene. Guests included British acts such as Morrisey Mullen, Paz, Breakfast Band, Gonzalez and the legendary Heath Brothers (on the night of the Brixton Riots!!).Further mishaps and adventures followed including a year running a shop (Fusion Records) in Clerkenwell and promoting a concert at the YMCA featuring Brazilian singer/pianist Tania Maria. Other gigs and clubs Paul Murphy has played include: The Electric Ballroom Camden Town, where Paul started the now legendary Jazz Room, The Wag Club Soho W1, The 100 Club, Oxford Street, London W1, The Comedy Store, London W1 and The Sol Y Sombra, Charlotte Street, London W1. In 1984 to 1986 Paul ran Palladin Records which released the now seminal Venceremos by London based collective Working Week. He also released LP’s by Tommy Chase, Jimmy Mcgriff and Phil Upchurch amongst many others. Paul Murphy was also the first WIRE Magazine DJ of the Year in 1985.Eddie Piller of Acid Jazz rediscovered Paul in Ireland after his mysterious disappearance from the club scene at the beginning of the 90’s.Paul took up his offer of a residency at the much missed Blue Note club in London’s Hoxton Square. This put Paul right back in the spotlight and soon offers to record and DJ were pouring in and Paul is now running Afro Art Records, the London based label founded by former Ballistic Brother Ashley Beedle.

no próximo dia 28 de maio, pertinho do rio.

perry blake | santiago alquimista

Com os devidos atrasos, afinal Portugal fica aqui tão perto, Perry Blake surgiu perante a plateia que encheu o Santiago Alquimista para o ver ou rever, ou quem sabe só mesmo para matar saudades. Da sua voz soporífera e dos seus versos inconsequentes. Acompanhado apenas por piano e contrabaixo, Blake construiu um ambiente intimista sustentado pelo espaço, que despiu as suas canções de tudo para além do momento. Quase nem se deu pelo novo álbum ‘The Crying Room’, susposta razão das datas em Portugal, para além da apresentação do livro de letras ‘These Pretty Love Songs’ (editado pela portuguesa Quasi). O próprio Blake fez questão de salientar “que não nos queria aborrecer muito”. Preferiu recorrer aos seus trabalhos anteriores, com a certeza de palmas e coro de fundo por parte dos presentes. Como aconteceu com ‘Califorrnia’, ‘ Lies lies lies’ ou, já para o final, com ‘Pretty Love Songs’. Este senhor é um conhecido dos que decidiram passear pelos lados do miradouro de Santa Luzia, e mesmo não tendo o génio daqueles para os quais nos remete, como Cohen ou Neil Hannon, quem lá esteve desculpou-lhe isso e a dificuldade em dizer algo que não fosse apenas para ele mesmo. Pois Perry Blake, já depois do regresso ensaiado, assentiu aos pedidos do público e cantou, para embalar o que restava da noite, ‘Ordinary Days’. Apontamento ainda para a versão instrumental de ‘Forbidden Colours’ de David Sylvian com Perry Blake em parte incerta mas que conseguiu arrancar à plateia a primeira ovação da noite. Porém a verdade não deixa de ser evidente, em formato minimalista as canções empobrecem e sente-se a falta das cordas, do ritmo da bateria, enfim, sente-se a falta das versões originais e nem o encanto do irlandês nem um concerto sem mácula o conseguem alterar. Falta-lhe a estrela que distingue os bons dos geniais. O que Blake veio apresentar foi uma grande canção de embalar. Quando saiu do palco depois do tradicional ‘obrigado’ se tivesse acrescentado ‘durmam bem’ ninguém estranharia. Provavelmente muitos iriam mesmo dormir.

texto disponível em clix música | ninguém chora


quintas de leitura | teatro do campo alegre

Dia 19 Maio pelas 22 horas José Luís Peixoto fala sobre o seu primeiro romance «Morreste-me». Leituras pelo autor e ainda por Filipa Leal, Naná Menezes, Sandra Salomé e Pedro Lamares. Participação especial da artista plástica Cláudia Ulisses. Segunda parte: Actuação de «Old Jerusalem», um projecto do songwriter Francisco Silva, que se enquadra na área do «Alternative Country».

perry blake | santiago alquimista

perry blake está prestes a lançar aquele que considera o seu melhor trabalho até à data, com o próximo álbum the crying room. gravado em itália e na irlanda e produzido por perry blake e marco sabiu, o álbum estará disponível brevemente na europa. no entanto, perry está a lançar uma edição de coleccionador do álbum, limitada a 1250 cópias, que será numerada, assinada e não possuirá código de barras. estas cópias estarão disponíveis apenas através do website. perry deixou recentemente a naïve records e fundou a blu orchard music com marco sabiu de modo a ter liberdade para produzir o tipo de trabalho que queriam sem a interferência de terceiros. perry também tem um novo e bastante activo site, e está envolvido no funcionamento deste de modo a estar em contacto com os seus fãs. visitem http://www.perryblake.com/ onde os fãs podem fazer o download de excertos das faixas do proximo álbum. the crying room, em mp3 e também de um vídeo de uma actuação ao vivo.

no próximo dia 20 de maio, sexta feira, com primeira parte a cargo de rui gaio, no santiago alquimista.

21º aniversário | quebra costas

quase como uma segunda casa muito nocturna e musical. já que se vai ao aniversário dos amigos a verdade é que não se pôde recusar um convite tão especial. só mesmo para comer uma fatia do bolo.

21º aniversário | quebra costas | 4 maio 2005

old jerusalem + the unplayable sofa guitar | museu dos transportes

embalos acústicos. de beleza extrema.

old jerusalem + the unplayble sofa guitar | museu dos transportes | 9 abril 2005

logh | o meu mercedes é maior que o teu

the contract and the killer em versão obscura. de regresso a um templo de pedra.

logh | o meu mercedes é maior que o teu | 8 abril 2005

superpitcher | via club

grande dj set aquele com que superpitcher nos brindou nesta madrugada. grande maneira de se começar um novo dia, um grande fim de semana e melhor ainda para acabar uma semana de puro desvairio…
apesar do imenso cansaço acumulado e de a via só ter começado a encher depois das três – tarefa ingrata para david rodrigues já que o seu excelente warm up set foi feito para particamente apenas as paredes – quando um ser alourado e com um lenço no pescoço tomou os partos sob assalto nem memória restou do sono. dançar até ao nascer do sol sempre com coordenadas de qualidade. superpitcher until the sun rises.

superpitcher | via club | 8 abril 2005

a naifa | auditório da escola superior de engenharia de coimbra

para fechar um dia de altos e baixos nada melhor que me brindar com canções subterrâneas. que não se pense que o fado é só saudade. fado é canção e música. e música, as canções ,sejam fado ou não, existem nos que as criam e nos que as ouvem. aqui subterraneamente fechados num canto de esquina com uma guitarra portuguesa acompanhada por instrumentos que não privam comummente com ela temos a música feita luz. ou melhor, feita sombras. com a voz a tirar-nos das sombras e a lançar-nos para dentro de poesia…fado não é saudade. fado é identidade. não vale a pena sermos velhos do restelo, deixe-mos a nau partir e trazer novos mundos ao mundo.

a naifa | auditório da escola superior de engenharia de coimbra | 6 abril 2005

x-wife | teatro académico de gil vicente

para terminar bem uma noite nada melhor que uma descarga de enegia. punk rock sujo e ter nascido noutro sítio que não nova iorque. numa sala menos limpinha e parecia tudo mentira. smell the apple.

x-wife | semana cultural da queima das fitas 2005 | teatro académico de gil vicente | 2 abril 2005

the legendary tiger man | teatro académico de gil vicente

o homen tigre mais sexy do mundo…como cada vez mais subscrevo as palavras dessa louca e por depilar peaches…é verdade paulo furtado quando encarna o seu lado animal e sobe ao palco a sua música ganha uma vivência tão luxuriosamente sexy. blues do mondego com todos os membros no mississipi.

the legendary tiger man | semana cultural da queima das fitas 2005 | teatro académico de gil vicente | 2 abril 2005

mazgani | teatro académico de gil vicente

a oportunidade de perceber ao vivo porque é que a l’Inrockuptibles crê que se deve manter este projecto debaixo de escuta atenta nos próximos anos. só tenho uma coisa a dizer: quando o álbum for editado eu quero…alturas ouve em que parecia que jeff buckley estava vivo.

mazgani | semana cultural da queima das fitas 2005 | teatro académico de gil vicente | 2 abril 2005


tgb | tgb

para quem não faz a mínima ideia o tgb são as inicias de tuba, guitarra e bateria…que são os instrumentos através dos quais este desusado trio faz música. e só isso interessa. fazem música. o facto de ser jazz ou não é secundário… deles clifford allen diz: tgb is formed of some of the most uncompromising and acclaimed musicians in portugal: the young tubaist sérgio carolino, guitarist mário delgado and drummer alexandre frazão. though they have played a number of concerts in their home country, this is their first recording as a unit. (…) What could have seemed on the surface like an experiment in instrumentation over a few choice themes or a lapse into noodling is in reality a prime example of not only a unique and telepathic ensemble unity, but an approach that circumvents all conventions of both rock and improvised music. delgado, carolino, and frazão would probably hate to hear it uttered, but if “fusion” really equals synthesis, then they have created one of the most valuable fusion records of the past thirty years. e se no all about jazz dizem isto quem sou eu para discordar.

tgb | tgb | 2004

t model ford + the sherman robertson band | teatro académico de gil vicente

t model ford é quase tão antigo quanto o modelo que escolheu para nome. caminha com dificuldade para a cadeira que o espera no centro do palco, senta-se com esforço. mas quando toca os seus blues os anos nunca passaram por ele. e é mais jovem que eu. toca os seus blues e deleita a plateia com quase duas horas de puros sons do mississipi. sem falhas, sem pontos baixos.
quando, depois de regressar por duas vezes ainda, deixa finalmente o palco a plateia agradece de pé.
e quem foi que pensou que este seria o concerto de abertura?
the sherman robertson band substituíram um dos nomes grandes desta programação mas certamente não deixaram arrependidos quem se deu ao trabalho de os escutar.
mais a sherman robertson, o show men do blues, vermelho escarlate, porque aqui o objectivo é entreter. e faz-lo com mestria sendo por isso reverenciado pelos seus companheiros de músicas.
e no último dia foi em festa que se encerraram as hostilidades da mississipi portuguesa.o coimbra em blues regressa para o ano. ou então não.

t model ford + the sherman robertson | II coimbra em blues | teatro académico de gil vicente | 19 março 2005

quinteto tati + dead combo | teatro académico de gil vicente

não foi a primeira vez que tive a oportunidade de ouvir os acordes desviados de uma guitarra e de um contrabaixo vadio…como a noite dos recantos tortuosos do bairro alto. não sendo novo, não sendo novidade é sempre bom cruzarmo-nos com um gato preto como a noite. e quando o fim chega e se reclama mais do encontro de tantas coisas que exigem uma classificação própria tem-se que voltar ao princípio. os Dead Combo são a prova de que nem todas as viagens são perdidas… é nelas que por vezes nos encontramos.

o sexteto que dá pelo nome de um conjunto de cinco músico está dotado da capacidade da retórica. o discurso, a palavra…e as notas que são letras que formam palavras nas frases de cada acorde. nunca se sabe muito bem quando jp simões deixa o discurso para entrar na canção, talvez para ele seja tudo um contínuo. isso também não interessa. o que nos deslumbra é o desfile de rumbas, tangos e o que demais serve de suporte a voz da qual vive o quinteto tati. e quinteto tati e sinónimo da língua lusa sem espaço para outra, porque nos momentos em que cede ao lugar comum saxónico o resultado soa a produto estranho.

o fado gabiru saiu à rua e a palavra tem a palavra numa única noite. cruzamento em esquinas de luzes profanas.

quinteto tati + dead combo | teatro académico de gil vicente | 9 março 2005

baile dos vampiros | teatro sá da bandeira

quando os deuses não estão do nosso lado só resta ter a pena de por muito que gostemos de um ou mais álbuns a verdade é que ao vivo…simplesmente não é o mesmo. podia ser melhor..ou então pode ser pior como foi o caso. espero nova oportunidade de rever ricardo villalobos sem elementos distratores…

baile dos vampiros | fantasporto 2005 | teatro sá da bandeira | 5 março 2005

Suivre

Get every new post delivered to your Inbox.