Classé dans i shoot therefore i am

estão a ver a carinha de felicidade ali abaixo?

pois. era a carita que eu tinha quando saí da loja com a minha bicicleta nova. fofinha e bonita. mas a verdade é que nem tive tempo de lhe dar nome.

esta é a única memória que vou ter dela, isso e o cesto. foi roubada á porta de minha casa há uns dias atrás. andei nela duas vezes e o que me resta são as chaves do cadeado e muita ressaibiação.

e eu parecia tão cool nela…

O horror. O horror.

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Tenho um problema com vernizes. Não consigo deixar de os comprar. O horror da banalidade.

fui a berlim em setembro

foi mais um passar por lá a correr para fotografar quase tudo que ficou lá perdido da última vez. mas enquanto recuperava forças algures num triângulo de relva encontrei uma declaração de amor que só pode sert para ti, rita maria.

estás desafiada a ver isto in loco antes de trocares de morada.

boca doce de chocolate sabe a casa

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estou naquela que será sempre casa

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sim tive que meter o bronze em dia porque a pele andava no tom ‘london’ em demasia.

the two pussies in my bed

esta é a pussy que volta e meia quer festas e partilhar a atenção. o tipo francês diverte-se imenso com a situação. eu também.

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dia 5 dos saldos. take 1.

sim, a caixa também ajudou. mas o principal é que tinha uma carteira cinzenta e isso andava a aborrecer-me como tudo. amarelo é muito mais a minha onda.

dia 4 dos saldos. take 1.

a frente não é um laço. são caveiras

dia 3 dos saldos. take away.

ah porque és muito posh e fazes compras no harrods. pois é. mas uma das razões é porque eles têm disto nos food halls. sim, é um bolo de arroz e um pastel de nata. e se ao bolo de arroz decidiram chamar de rice cake a verdade é que o pastel de nata já ganhou o seu lugar como produto gourmet e esqueçam lá a custard pie. é mesmo o bom e velhinho pastel de nata. agora é só fazerem daqueles cartuchos para levar 6. darem o açúcar em pó e a canela em pacotinhos e dizerem-me quando é que eles saem quentinhos.

a outra razão é porque o gajo que faz pizzas canta ópera enquanto atira massa ao ar.

hello, my name is sophia and i have a problem.

i have an obsession with cute boxes.

 

dia 3 dos saldos. take 2.

um cardigan burberry. tinha que ser. coisinha mais british e eu estou cá, certo?

dia 3 dos saldos.


quem me conhece sabe que eu gosto de coisas simples e com muita côr. e que não suporto andar a fazer publicidade a marcas vestindo logotipos imensos que estão ali apenas para marcar pontos nas tentativas de mostrar a terceiros coisas que nem sempre são as mais acertadas.

se gosto de marcas? vivo com elas. não preciso de uma marca para me sentir melhor. não suporto a grande paixão de toda a fashionista wannabe que são as malas lv. porque? o logotipo escarrapachado por todo o lado não me diz nadinha. a qualidade sim, diz e muito. mas até perderem a mania do logotipo não me vão ver com uma nas unhas.

mas claro que existem marcas que já há muito passaram essa necessidade de afirmação. a dior é uma delas. a sobriedade e elegância da marca afastam-na desses logotipos abusivos. a marca está nos detalhes. a não ser que estejam a olhar com atenção e reconheçam as peças ninguém saberá que é chirstian dior.

eu não preciso que saibam. apenas preciso de saber que a minha saia polka dot é gira como tudo e eu pareço uma coquete com ela vestida. o verão que me aguarde.

dia 1 dos saldos

ah vamos só ali ver umas sandálias. 5 minutos. pois.

não tenho qualquer poder sobre mim

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este menino com recheio de manga e maracujá andava a fazer-me olhinhos há já algum tempo.

primeira refeição cozinhada em Londres

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só precisei de 8 meses.

nothing is impossible

@harrods

I wait on the rain

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@ hide park corner

nacionalismo e amor

london’s chinatown e as bandeiras para comemorar o casamento real.

milk and donuts

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não sei viver sem lanches.

rules the world

@piccadilly circus

passei o fim de tarde de sexta

no old operating theater museum a aprender como é que se faziam amputações no sác. xix e mesmo para mim foi impressionante. o museu é minúsculo e era um antigo anfiteatro em que se ensinavam as futuras gerações de cirurgiões a arte  da época e que foi fechada graças ao progresso instituído pela que é a grande patrona dos enfermeiros, florence nightingale. e porque apesar de tudo ainda o sou cá dentro e o dia do enfermeiro foi comemorado no passado dia 12 é interessante ver ao vivo e a cores com carradas de pó o que apenas uma mulher consegue fazer pelo mundo. um saudação especial para todos os meus colegas que não desistem e são grandes profissionais e extraordinários seres humanos.

say hello to the snake

aborrecida que estava apostei forte no bling bling. hail adele marie e o seu massivo uso de brilhantes. adoro aqueles olhinhos verdes.

mudei de carteira

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as pausas são alimentadas a chocolate derretido

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@harrods chocolate bar

ainda não disse nada de istambul porque estou como os gatos

gente, quilla kat. quilla kat, gente.

depois de tanto bike porn a verdade é que em dezembro lá me decidi a comprar uma bicicleta. nunca aqui a tinha apresentado á séria. talvez porque lhe faltava um nome. agora que já foi baptizada aqui está ela em toda a sua glória suja de meses na estrada. gente esta é a quilla kat.

caso queiram saber é uma fold (dobra-se ao meio para poder andar no metro e autocarros e para eu a poder enfiar na entrada do prédio). a segunda coisa é que ando a remoer fazer-lhe uma makeover. já tenho a coisa semi apalavrada com um colega.

a terceira e última é que quilla não é de killer. é de tequilla.

after work. wanna join?

os dias por aqui são de primavera com uns civilizados 20º. é ver londoners esticados na relva. também por lá andei um destes dias. hoje foi só um pequeno momento de relaxar depois do trabalho que fica ao fundo da rua do hyde park. nunca pensei ser possível mas mal posso esperar para me esticar ao sol e virar uma versão morena e ainda mais paquistani/indian/turca do que já sou.

o que é que fiz em oslo?

bem, conheci os nativos e socializei com eles. que é como quem diz, passei o tempo todo com suecos. e segundo consta, com taxa de alcoolémia mais elevada falo mesmo bem francês.

e não resisti a isto

o colorido de um supermercado é demais.

eu disse onde é que ia este fim de semana?

não? fui só a terra dos vickings e dos trolls.

gosto demasiado de caixinhas

o caos tomou conta do meu espaço

visitas

receber amigos em casa é sempre um prazer. ainda mais quando não se está bem, bem em casa e essa está longe. sabe ainda melhor passar as noites em claro a queimar minutos em conversas, beber uma cerveja, tomar o pequeno almoço em versão posh e dizer até daqui a uns dias.

vá, que na próxima visita tenho mais tempo e menos trabalho.

á falta de quem me embale os sonos


partilho o parco espaço com estes dois indivíduos. ambos com propensão para as bolachas.e segundo parece ambos devotos, adoráveis e cheios de amor para dar.

se gosto de coisas kitsch?

se calhar demasiado. em homenagem ao ano do coelho este veio comigo fazer companhia ao resto das tretas.

the sweet analogue memories

ontem saí de casa que apesar do frio cortante estava um sol tímido nesta cidade e fui passear até á lomography gallery store e depois de vários anos a pensar nisso lá trouxe esta para casa. ao vivo é mais verde que amarela e passarei algum tempo a ler o livro de instruções.

e 3 rolos vieram já comigo que serão profusamente usados ainda na ilha antes de rumar a oslo no fim do mês. não quero correr o risco da coisa correr mal por lá por isso há que treinar. de volta ás memórias em papel.

 

hábitos

foi assim que acabei a noite em coimbra. cheguei ao aeroporto do porto por volta das 10 da manhã e tinha a margarete para me levar a tomar o pequeno almoço a ver o mar. passagem por viseu para conhecer a minha lalita e almoçar como direito a rissóis de camarão da dona dalila só para mim. luce amor, és a maior.

chegar a coimbra e ir conhecer o novo bólide que me passeou o rabinho nos dias que lá estive. casa para dar um abraço aos sobrinhos e ver que o luís já quase que anda e está imenso. e se ri para a tia. e o tiago ainda não percebe muito bem porque raio é que eu tive que vir para a ilha. e olha tia, recebi estes 4 livros. conta-me as histórias. todas! e que fiz eu? contei.

subir os 18 degraus que me separam da minha casa e sentir-me em casa. as saudades de todo aquele espaço, paredes brancas, chão sem carpete, os meus livros. as minhas memórias.

ligar ao diogo e não deixar em mãos alheias os hábitos. saldos da h&m e uma camisola de 6 anos e um vestido a 1 euro. os saldos são uma tradição. jantar japonês para encher o bandulho e rumar ao pior café do mundo. tropical connosco. falar mal das pessoas e meia dúzia de cuscuvilhises como se 4 meses tivessem sido 4 dias. o café agora é bom e fiquei quase desolada. a tradição já não é o que era em coimbra. eu continuo a mesma. perdi o telemóvel e lá andamos a telefonar para mim mesma e a falar com seguranças.

rumei a casa já bem depois da meia noite. 40 horas depois de me ter levantado deitei-me no meu sofá e liguei a televisão. sabe mesmo bem estar em casa.

do an inept celebration.

best wishes from the easter bunny.

will the lights save me from the darkness?

mais uma pista sobre a minha mais recente aquisição

 

dia de passeio

hoje foi o dia. em que fui ver com olhos por detrás da objectiva aquilo que é o meu dia a dia. com o olho na maravilha das luzes e dos detalhes. hoje foi dia de ir ao winter wonderland do hyde park. e é mesmo tudo o que o nome promete. o hot chocolate e roasted nuts deixou-me com a certeza que amanhã levo dinheiro. e alguém consegue ver ali pelo meio a razão pela qual fui passear de noite?

coisinhas que preenchem o quarto e a cabeça

o disco do bfachada. presente de aniversário/natal de um amor. obrigada pedro. é valioso e foi direitinho ao coração.

porque sou louca por stationary descobri que a paperchase é a minha ruína financeira. preciso de tantos caderninhos? não. mas podia não os ter? não! e a minha mala? é o amor.

porque também se ganhou aprender a jogar xadrez não deixei para amanhã e as lojas de caridade são minhas amigas. esta beleza que é um tabuleiro de gamão do outro lado e têm peças para jogar ás damas e tudo em madeira foi uma belissíma aquisição. quero visitas de gente que saiba jogar xadrez, sim?

última investida no the salvation army e sense. acho que gastei 5 libras nestes livros todos. incluem-se clássicos, guias de viagens, um italiano e outro francês. seriamente é isto que eu adoro nesta cidade.

porque ser pobre é só mesmo sinónimo de se procurarem pechinchas

a minha cadeira ikea e respectiva almofada primark, o tripé da máquina que faz parte do decor do quarto e o meu novo espelho em tamanho grande para poder ver bem se está tudo aceitável e apresentável quando saio de caso. sabe deus como é que eu tenho saído nestes últimos 3 meses.

porque a vidinha está cheia de futilidades

de cima para baixo: loja de caridade (£2), h&m (£3.99) e primark para o resto (estranhamente tudo caro por comparação). ohh eu toda contente a curtir a neve com a minha capa navy e luvas para fazer pendant.

a encomenda mais random e que mais gargalhadas me fez dar

se os postais seriam aquilo que tinha pedido a verdade é que flocos de neve e uma dica da semana são extras capazes de levar uma pessoa com sentido de humor ás lágrimas.

muitos postais e alguns flocos de neve depois (mais) um obrigada ao carlos moreira.

e pela primeira vez vi neve na minha vida

é verdade. nunca tinha visto neve. toda a gente parece ter dificuldade em acreditar mas é verdade. dia 1 de dezembro foi o primeiro dia em que vi nevar. quando acordei a vista da janela era aquela que se vê na primera foto. mas o manto branco só se instalou no dia seguinte. as redondezas estão brancas e a cidade ganhou uma luminosidade que já me fazia falta. agora ando enterrada nas questões logísticas de lidar com a neve. tenho que aprender certo?

agora os planos passam por fazer um boneco de neve e atirar umas bolas de neve. e ir fazer ice skating ao winter wonderland do hyde park. que passo por lá todos os dias. mas depois do trabalho ir partir as duas pernas não é exactamente o que me apetece.

duas coisas

1. encontar concentração está mais difícil que pensava.

2. é isto que se chama distrair-me com tudo menos com o que me devia.

e um p.s. já há ali muito cabelo. preciso de um cabeleireiro asap.

olha eu em pose fashionista

a mostrar que não é porque se tem a topshop, primark, asos e mais quinhentas lojas á mão que muda o facto de não se ter gostinho nenhum. básicos e tons de preto. aii que é tão difícil vestir-me.

mas vá que o tipo ainda se saiu com um ‘se calhar esse tipo de “problema” deves ter em todo o lado e não é só na tua vizinhança’.

e prometido é devido por isso quero que me enxovalhes nos comentários.

aproveitar cada cantinho

e este é o que demorou mais tempo. os tipos do ikea ainda demoram a fazer entregas e depois uma pessoa ainda tem que ir pedir aos vizinhos ajuda (madeirenses. pá, vá, o rapaz é boa pessoa. mas pronto. coiso. barulhentos. e foi ele que me montou a secretária. só pedi a chave de fendas emprestada. um fofo no fundo. mas tratou-me o tempo todo por você. estranho. estranho).

decidi-me pela cadeira em azul. para dar mais um bocado de cor. olá ataque epilético!

colar logo um rato do banksy que são companhia essencial, um postal que me chegou cá e me delicia saber que mesmo longe há quem pense em mim (estou à espera da tradução in person), a verdadeira to do list, deixar repousar o mackie e atacar aquela pilha toda.

para começar. as temperaturas já baixaram drasticamente e andar na rua não está com nada.

 

a pagar dívidas. it is decidely so.

não sou menina de pedir favores. não gosto muito da ideia de incomodar alguém. faz-me quase comichão na pele pensar que o estou a fazer. mas de quando a quando temos que os pedir. ou simplesmente aceitar os favores que nos são oferecidos. porque somos os dois demasiado parvos a verdade é que me parece que não lhe vou conseguir dizer que o favor que me fez é impagável. devolver parte do favor e dar de comer seria o mínimo. e porque gosto mais de fazer compras para os outros que para mim arranja-se sempre um pretexto para uma bola mágica.  e bottomless coffee.

 

o que se promete fica-se a dever

e se das duas vezes que cá estive nunca cá tinha ido e sempre com a palavra na boca de quando para cá viesse esta menina não me escapava. feito.

o dia é de correr lojas vintage e dançar ao som de músicas parvas

correr não sei quantas lojas vintage. dançar na cave de uma ao som de músicas que só trazem recordações estúpidas, encetar boas conversações com os donos das lojas e comer rebuçados. ouvir legendary tiger man ao entrar aqui. sentar-me de exaustão aqui. e pelo caminho ‘olha ali aquela. vamos?’ vamos. a todas.

o dia é de passeio

mas o tempo passa-se sempre dentro de cafés a beber chá. a olhar lá para fora e deixar a conversa correr. porque tudo que tenha côr puxa por mim e o brick lane é sempre colorido. especialmente dando um salto à pow e riscar uma coisa da lista.

devagar mas aos bocadinhos isto até se vai parecendo com uma casa.

estava só a precisar de cor. e agora da secretária. e depois podemos até gostar mais de estar aqui barricada. a olhar para a neve lá fora. que mal posso esperar por isso.

a vista quando não quer ser deprimente

tem os dias com sol e na altura que antecede o momento mágico que é o lusco fusco o céu fica limpo. nessas alturas, o flat/quarto fica inundado de luz dourada de pôr do sol e eu fico um poquinho mais contente. tenho tido muitos dias assim. não estamos mal, certo?

words fall through me and always fool me*

* falling slowly by glen hansard & markéta irglová

as imagens valem por mil palavras

e estas foram e são algumas das imagens que me levam a percorrer os mesmos caminhos ano após ano sempre com a mesma sensação de maravilha e descoberta.

e do que se pode sentir mais falta?

de estar sentada no sofá e o alguém que bate à porta traz  consigo uns quantos carros do faísca. posso brincar aqui tia? claro que sim. o que é? para que é isto? posso ver o peixe? onde estão os pais dele? pagar a promessa de o ensinar a pintar com aguarelas. e ainda falta esta cor e esta e esta.

esticar o fim de semana

passar tardes fora de casa

em esplanadas frescas e tardes calmas.

do que sinto falta

hoje estou aqui sentada. a tarde é dada a moleza. a fazer o que sei fazer melhor. olhar para o infinito e mais além e deixar correr a brisa fresca. beber o sumo de laranja. e a sentir a falta dum sítio que ainda não deixei. o tarde de hoje é particular. apetece-me pegar no gato que por aqui anda e deitar-me com ele naqueles sofás e sonhar até ficar escuro. é um luxo poder não fazer nada.

o galerias foi, logo depois de casa, o sítio de que mais senti a falta quando estive em lisboa. poder estar horas a ver o dia passar. de forma calma. beber chá ou moscatel. o único sítio onde bebo moscatel.

sou um bicho de hábitos. maus. bons. os que são para confortos de alma são aqueles que se colam mais depressa á pele. mal tive tempo para olhar para ontem ressaquei. precisava disto.

acho que tenho direito a tratar-me bem

e encher a casa de coisas estupidamente doces, calóricas e deliciosas parece ser a minha missão deste verão.

brand ❤ | tito

tatiana lages via mercado quebra costas

tatiana lages via mercado quebra costas

tatiana lages via mercado quebra costas

(as restantes fotos são da irresponsabilidade desta que vos escreve)

prometido é devido. e cá estou eu a pagar dívidas. ofereço todo o meu apoio moral e físico (a dor no meu rabo por ter estado sentada tantas horas naquelas escadas confirmam isso mesmo) a esta marca.

o mote é made in portugal. a marca, tito.

uma marca em que os tecidos são todos escolhidos a dedo. padrões irrepetíveis. tudo feito à mão. cada peça, por isso mesmo, única. o detalhe.

podem encontrar algumas peças na mau feitio. tudo o resto e mais ainda por encomenda. podem espreitar em preview aqui. façam like e mostrem aos amigos. se não sabem o que oferecer ao amigo fashionista inspirem-se.

e agora é esperar pelo meu lacinho em veludo branco. *wink* *wink*

i’ve suffered shipwrecks right from the start*

todas as fotos por diogo b.

*basic space | the xx

coração acelerado. mãos a tremer. olhares furtivos. nervoso miudinho. viver à séria. no fim de contas até corre bem.

parque verde do mondego, coimbra, março 2009

já que fui lá abaixo

passeei-me parque acima e parque abaixo. desgracei-me na feira do livro. habitual. normal. previsível. vá que lá consegui manter algum discernimento. o papa passou ao lado e não resisti ao cheirinho a farturas. pelos clássicos absolutos ainda espreitei os cupacakes mas não resisto mesmo a este absoluto ser português. “este bocadinho menina ofereço eu”. obrigada. sorriso rasgado. boa tarde. phones nos ouvidos e vamos lá a subir o parque em modo passeio enquanto meto o nariz nos alfarrabistas. skip dinner. e ficar enjoada até mais não com as farturas. um earl grey para acompanhar e nestes dias lisboa até parece uma cidade simpática.

de paris vieram as fotos #7

de paris vieram as fotos #6

de paris vieram as fotos #5

de paris vieram as fotos #4

de paris vieram as fotos #3

de paris vieram as fotos #2

de paris vieram as fotos #1

até consigo imaginar a tua cara, o meu abraço. e agora o que é que eu faço, estar a espera ou procurar?*

jardins do palácio de cristal | agosto 2008

* estar á espera ou procurar | b fachada

agora que os dias andam frios mas cheios de sol é de bom tom dar a música certa aos dias.

e os mistérios do amor, os encontros, desencontros, não são mais que o torpor que vive nos sonhos dos tontos*

*a flor, a vida, a arte do encontro, etc | quinteto tati

i’m coming up only to hold you under

i’m coming up only to show you wrong*

*the funeral | band of horses

calling on a shooting star

sophia

as suas numerosas encarnações virtuais deixam qualquer um exasperado. mas é sempre possível reconhecer o pendor para o minimalismo, a pop escandinava,  o  toque dos sintetizadores 80′s e 90′s, o fashion sense irrepreensível  e as escaborosas divagações sexuais. dennmarkknight regressa para uma nova e oficial colaboração com o beco dos prazeres. como, quando, acerca do quê, porque raio e oh senhor mas porquê, porquê!?!? isso, bem, isso é com ele.

make way for the new upper east sidder. xoxo biatch

dia internacional do animal

mesmo no fim deste dia dedicado a eles trago mais uma prova cabal em como estes dois são o meu ying e yang. um preto. a outra branca. um cão. uma gata. uma menina. outro um menino. uma ressabiada. um tolinho. em comum tem uma personalidade vincada. traços inegáveis que os fazem únicos. muitas gargalhadas à custa deles. muitos, imensos mimos. fins de tarde perfeitos e manhãs impossíveis. noites em branco e muitas palmadas porque se portam mal.

em comum também o terem sido adoptados. a apple pie do gatil municipal. o eirick kruder dos vizinhos da frente.

ter assistido o eirick tornar-se numa bola de 1 mês e um dia no pequeno bezerro que é hoje. a teimosia dele e a molha que apanhei na primeira vez que o fui passear. a aflição que foi vê-lo com a pata partida e a choramingar quando era pequeno. a cena absloutamente indiscritível com o miúdo à camões.

ver a apple florescer e tornar-se todos os dias uma gata a sério. vê-la agora gordinha e com um pêlo fofo como tudo e comparar com o primeiro dia aqui em casa. saber que sempre que abro a porta ela está lá para se roçar nas minhas pernas. acordar com ela a saltar para a cama e a cheirar-me a cara. rir-me sempre que ela decide correr desalmadamente pela casa porque sim, é divertido. não resistir a fazer-lhe festas sempre que está a dormir ao sol.

e por todos estes momentos e por todos os dias. pelas coisas extraordinárias que os fazem companhias únicas e amigos que acabam sempre por vir primeiro. ‘vou sim, mas tenho que levar o eirick. tadinho precisa de ir dar uma volta.’ ‘oh pá a palita já está em casa sozinha há tanto tempo. tenho que ir para casa.’

sempre que vejo um animal abandonado pergunto-me se as pessoas que o fizeram abandonariam um amigo na beira da estrada. ou um familiar num bairro longe de casa. se deixariam um filho para morrer à fome, atropelado ou doente.

nem todos os dias são fáceis com um animal de estimação. dias há em que eles são impossíveis de aturar. mas isso são dias. mas depois temos uma vida inteira em que a única coisa que nos dão são amor incondicional, razões para sorrir e muitos bons momentos.

se puderem adoptem um animal. é uma experiência única. se não puderem ajudem as associações que recolhem animais abandonados. um saco de comida. um medicamento qualquer. um pouco de tempo. os eiricks e as apples que não tiveram a sorte destes dois agradeçem.

pequenas coisas

os meus ténis novos comprados em absouluto impulso nos urban outfiters. porque os calções da miss selfridges e o vestido topshop não poderam ser.  a alegria que é ver a entrada do metro quando se está farto de andar. a carnaby street e tudo à volta porque sim. o starbucks que se revelou um grande amigo. sempre lá quando precisava de beber qualquer coisa e me sentar a pensar na vida. o livro que ficou lá porque não me apetecia andar a carregar com ele. as sempre úteis indicações nas primeiras vezes que se atravessa a rua. o ter perdido 3 libras numa cabine telefónica. e não foi a ligar para as local curvy females.

desta vez a viagem a londres foi mais de detalhes. e muita muita gente gira ali para os lados da somerset house. e demasiada roupa gira. demasiada mesmo.

mas mais importante que tudo isso. boas novas e um ano novo.

rdb

a edicção de setembro da rua de baixo já está no seu devido lugar. desta vez o olho esteve na galeria bar santa clara.

visualizar as coisas boas. as que eu gosto. as que me fazem sorrir.

regressar ao lado positivo do negativo?

if you feel discouraged that there’s a lack of color here please don’t worry lover it’s really bursting at the seems absorbing everything*

foi no dia 24 de julho de 2008 que fui ao gatil e lá encontrei aquela que agora é a minha apple pie (palitamaliti. palitita. mauiiiiita. e todos os outros diminutivos idiotas. não é palita, paliiiiita?)

*a lack of color | transatlanticism | death cab for cutie

in the dark for a while now, i can’t stay so far, i can’t stay much longer*

serra da lousã

* i can’t stay | the killers

será que ando numa maré de sorte?

era bom. o galerias, no seu mês temático de marrocos, sorteou uma tatuagem em henna entre os seus clientes. fui uma das. à espera que a pasta caia (porque tem um cheiro estranho e ou muito me engano ou me está a fazer uma dor de cabeça brutal) e fique em tons de laranja.

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me + catarina
oh yeah o coelhinho andava à solta.

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londres não seria londres se não chovesse. nem que tenha sido por pouco tempo. o suficiente para apanhar uma molha. e ver londres na sua versão cinzenta.

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dia 1 catarina reclama ‘raios estes londrinos andam sempre a correr escadas rolantes acima’.
dia 4 catarina exclama ‘ oh pá corre, que caralho, que ainda perdemos os autocarro para o aeroporto’ só foram precisos 3 dias. ^_^

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greenwich market

eles até pataniscas de bacalhau lá tinham. e com a fome que se andava por esta altura…oh meus amigos. raios para eles que metem vinagre em tudo. o que eu não fazia por um frango de churrasco (há quem diga que muito mas isso é outra história lalalala)

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infindável sucessão de museus. de história natural, de arte, do mar, casa da rainha, observatório real e cheguei a um ponto que não fossem os mapas dos ditos e ainda hoje lá estaria às voltas. particularmente na national gallery a olhar para obras que tinha visto nos livros de arte. e só o poder olhar de perto e ver a direcção das pinceladas… e coçar as remelas à zebra e posar com o darwin para a posteridade. o senhor fez anos e eu tinha-lhe prometido uma visita hehe e o vasquito. o vasquito. naquela salinha com a mão de deus a assinalar a divisão do mundo do tratado de tordesilhas. clássico.

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algures por nothing hill e zonas adjacentes. fascinada pela claridade da cidade. e pela aparente alvura das fachadas. pareceu tudo ainda mais luminoso nos dias de sol estupendo que estiveram. apesar do frio. muito frio.

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hyde park

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finalmente as fotos de londres. andava com preguiça de tamanho desmesurado. e londres começou aqui, no costa do aeroporto. caffe latte e muffins de chocolate que a noite foi longa. com a companhia do john que estava a tentar aprender espanhol e tinha cartõezinhos com os verbos para ir aprendendo. com uma madrugada pela frente até o mundo ficou mais pequeno e as coincidências são tramadas. e foi estranho ver costa (o meu nome) por todo o lado quase em cada esquina ^_^

god bless the daylight, the sugary smell of springtime*

a apple pie está deliciada com o sol. e já descobriu o seu local de eleicção para dormir. os cortinados. de ter adiado cortar os cortinados para agora não ter coragem de o fazer.

* we looked like giants | transatlanticism | death cab for cutie | 2003

domingo à tarde é sempre tempo de fazer coisas que não se fazem em mais altura nenhuma. e só quando está a chover. assim pega-se numa mapa de portugal e marcadores e começa-se a colorir os locais onde já se foi, onde se quer ir, lugarejos com os nomes mais interessantes. assinalar os locais onde tirei fotos, pintar rotas imaginárias e estradas que nunca vou percorrer. deitada no chão da sala e a passar os dedos por cima de malhado do rei, vila do touro, joão antão, monte margarida, vale das éguas, porto de ovelha, gagos, limãos, vale da porca, vale do porco, vale de coelha, vale da mula, vale de trabalhos, noitinhas novas, odelouca, vilar dos prazeres. há um certo fascínio por animais. e já encontrei quatro terras com o nome casa branca. e, naturalmente, confirmar um erro que se repete em todos os mapas que consultei. uma terrinha perto da aldeia dos meus pais dá pelo nome de caniceira. nos mapas aparece sempre como carniceira. o que é francamente mais…humm..violento. mas também existe uma terra chamada erra. o que me dá esperança.

just to find that it was never ever in your hands*

*change | sugababes

double face

spots

mais uns sapatos para ter oficialmente mais sapatos do que consigo arrumar no local que lhes estão reservados. felizmente há amigas assim, que oferecem sapatos. amigas mesmo da menina. deu-me para imitar os blogues mais fashion que costumo espreitar.

com vontade de usar o meu vestidinho vermelho. e claro de tirar fotos. confirmar se é falta de jeito dos outros ou se é mesmo a modelo que não tem boa relação com a máquina. mantenho a dúvida.

sapatos aldo | vestido mango | casaco benetton

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