





sleepy hollow | tim burton | 1999






sleepy hollow | tim burton | 1999

foram eles que me salvaram tantas e tantas vezes. são mais que objectos. muito mais que isso. the diary of a disappointed book de temujin doran. uma pequena lembrança visual que se podem esquecer os mais queridos companheiros.
nurse jackie. a consumir como uma drogada. a season 1 já era. a 2 está a desaparecer a olhos vistos. tudo porque temos que arranjar bons modelos. e a imitar alguém que seja quem vale a pena.

the lion king | roger allers, rob minkoff | 1994

uma curta deliciosa de milen vitanov acerca de um cão e da sua melhor amiga. a cauda.



há coisas que não somos capazes de controlar. e sentir um aperto cá dentro e chorar, lágrimas redondinhas e quentes de saudades quando se vê este ‘last minutes with oden‘ é uma delas. dá para perceber. e quem já teve num cão um melhor amigo certamente perceberá.
são sempre as coisas mais pequenas. os detalhes que marcam a diferença. e demonstrar uma coisa que não cabe em palavras por vezes só precisa de um gesto. mixtape de luke snellin é uma curta deliciosa. porque é. porque sim.
a thousand words | ted chung | 2009
Every day: so many opportunities to connect… What if you took just one?

sebastian’s voodoo | joaquin baldwin
um pequeno boneco de voodoo tem em si muito poder. e este sabe isso mesmo. uma animação deliciosa.

hoje à noite estaria de bom grado no MoMA no PopRally. desta feita silent but deadly: a night of comedy shorts. não é por mais nada é só mesmo porque me apetece ir beber um copo.

- Eli…Want to go steady?
- What do you mean?
- Well… Do you want to be my girlfriend?
- Oskar… I’m not a girl.
- Oh… But do you wanna go steady or not?
vampiros suecos. crianças vampiro suecas. vingança e amor. o inesperado. a noite e o dia quase idênticos graças a uma fotografia feita de espaços amplos e branco de neve. mortes impiedosas e a história é doce. a que saberá sangue na boca de uma criança de 12 anos?
låt den rätte komma in (let the right one in) | tomas alfredson |2008
Esta é a história de uma família. Os pais, a filha (e o seu namorado), o avô (e a criada). Uma história de amores, ódios, separações e reencontros. Felizbela ama de forma descontrolada e possessiva o seu marido, cercando-o com uma mistura explosiva de paixão e ciúme, que fatalmente acabará em ódio. E para conservar a sua atenção não olha a meios, sofrendo e humilhando-se para reconquistar o seu amor. Mas Messias já pouco consegue fazer para esconder um certo desencanto pela vida e um desprezo inconfesso pela mulher. E um dia, Bárbara, sobrinha de Felizbela, jovem frágil e revoltada, irrompe nesta família e desequilibra tudo: a prima, a tia, e sobretudo Messias, que finalmente se deixará levar pelas emoções… mas Felizbela não se conforma e tudo fará para salvar a sua família.
esqueçe tudo o que te disse | antónio ferreira | 2002

fah talai jone (as lágrimas do tigre negro) | wisit sasanatieng | 2000
One of the most influential filmmakers of the last decade – has been at the forefront of innovation and an inspiration for technological boundary-breaking world wide.
Cunningham first forged his relationship with Warp Records in 1995 with his debut promo ‘Second Bad Vibel’ for Autechre, and since has directed a score of mind-bending videos for the likes of Squarepusher, Bjork, Madonna, Portishead and most memorably, Aphex Twin.
The creepily hilarious ‘Come to Daddy’ (1997) and bootilicious ‘Windowlicker’ (1999) Aphex videos have both been showered with accolades, but deemed too darkside for daytime MTV.
However, his delicate hand on Bjork’s ‘All is Full of Love’ (1999) sensual, milky robot promo won him the best breakthrough video MTV award and a Grammy nomination, as well as 4 silvers and the first ever Gold Award for a music video at the Design And Art Direction Awards.
Cunningham’s film making successes followed on from an accomplished career in feature films.
He learnt his craft as an FX sculptor, designer and engineer on numerous feature films, which included working for David Fincher, Clive Barker and Stanley Kubrick.
In 2000, Cunningham created a video art installation ‘flex’ for the Royal Academy of Art’s Apocalypse exhibition.
His next two short films with Warp Films, ‘Rubber Johnny’ and ‘Spectral Musicians’ are scheduled for release on DVD in 2005.
With much anticipation from his legion of fans, Cunningham is finally turning his attention to feature films and is currently developing a feature length script with Warp Films.
Johnny is a hyperactive, shape-shifting mutant child, kept locked away in a basement. With only his feverish imagination and his terrified dog for company, he finds ways to amuse himself in the dark.
Rubber Johnny is the latest creation from the UK’s most imaginative filmmaker, Chris Cunningham.
Featuring music by legendary electronic composer, Aphex Twin, this nightmarish and hallucinatory experimental short film is accompanied by 40 pages of drawings and photographs – Cunningham’s first published book of original artwork.
rubber johnny | chris cunningham | 2005
publicidade de todo o mundo. sempre com um toque de humor. o que de melhor se faz.
publi ferdoc | festival de criatividade e comunicação | casa municipal da cultura | 6 abril 2005

o prazer de voltar a entrar numa sala escurecida para nos podermos reverenciar à sucesão de imagens que ocupam um ecrã maior que nós e para se cravar na nossa retina antes mesmo de tudo o resto. o prazer de não conseguir juntar as duas pálpebras, a cissão entre dois pedaços de mim que me impediriam de percepcionar o resto de tudo…o prazer desta arte a que se chama de sétima…longo era o tempo em que não me sentava uma sala para durante alguns minutos a minha vida ser nada e apenas uma pura ficção ser real. coffee and cigarretes é um filme de puro nonsense…momentos ouve em que me revi em algumas situações…ai sei lá, sou tão eu. a minha vida é por vezes mais nonsense do que gostaria. e o café. não os cigarros. jarmusch mostra de um ângulo muito próprio o quão absorvente as obessesões, alegrias e adicções da vida podem ser. e se calhar até os cigarros.
coffee and cigarettes | jim jarmusch | 2003